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sexta-feira, 27 de janeiro de 2012


RELACIONAMENTO COM FORNECEDORES E SISTEMA DE PRODUÇÃO LEAN: ROMPENDO COM VELHOS PARADIGMAS
Por: André Luís Almeida Bastos1

As organizações têm vivido um novo paradigma de satisfazer rapidamente às exigências do cliente (velocidade), obedecendo também ao critério flexibilidade. Assim, estes novos imperativos para a competitividade impulsionam as organizações a entregarem produtos e serviços de forma rápida e associada à capacidade de oferecer diversidade de itens. Há de se concordar que, de acordo com os leiautes departamentais tradicionais associados às práticas de demorados setups, grandes lotes de fabricação e critérios não claros na priorização de seqüenciamento de lotes na fabricação e entrega, estes novos imperativos enfrentam sérias restrições práticas para serem levados a efeito. Assim, para enfrentar a estes desafios, as empresas estão recorrendo à aplicação da mentalidade lean, visando sobretudo, respostas adequadas à demanda, de modo diferente aos antigos paradigmas de produção em massa.
Na lógica tradicional dos sistemas produtivos, observa-se com freqüência conflitos com fornecedores de matérias-primas e insumos,  gerados por atrasos nas entregas, entregas de itens de segunda qualidade, erros na documentação, entre outros, os quais, por sua vez, ocasionam perdas de tempo, retrabalhos e relações não-amigáveis entre clientes e fornecedores, comprometendo seriamente a constituição de uma cadeia.
A existência de uma política de aquisição de matérias-primas e produtos acabados em volumes maiores acaba sendo uma decisão que possibilita a minimização da descontinuidade do fluxo de produção ou entrega aos clientes em sistemas produtivos convencionais, haja vista: a possibilidade de ganho de escala (devido ao aumento do poder de barganha), a falta de pontualidade na entrega, a possibilidade de recebimento de itens de segunda qualidade, entre outros. Entretanto, deve-se considerar que tal estratégia de aquisição de volumes maiores também implica em descapitalização de recursos financeiros, o qual poderia ser postergado ou realizado quando do efetivo processamento da matéria-prima ou venda produto.
A parceria, baseada na relação ganha-ganha, é o princípio utilizado que rege a relação entre fornecedores e clientes na lógica enxuta e, nestes casos, as partes envolvidas trabalham juntas para eliminar problemas que acarretam prejuízos (Figueiredo, 2006). De acordo com este princípio, denominado por Schonberger (1993) como JIT externo, busca-se trabalhar com poucos mas, com elevado nível de qualificação de fornecedores que por sua vez são incumbidos de manter uma relação de elevado nível de atendimento, especialmente quanto aos critérios pontualidade e qualidade da entrega, mantendo uma relação de mútua confiança. Tubino (1999) já apontava para que a cadeia logística seja eficiente, três fatores seriam importantes: desenvolver fornecedores confiáveis, diminuir a base de fornecedores, para preferencialmente um, e promover a integração da produção do cliente com a dos fornecedores.
Neste sentido, os benefícios para a empresa desse modelo de relação com fornecedores é que as entregas dos itens passam a ocorrer de forma mais freqüente e pontual e em lotes menores, acarretando em menor estoque na planta dos clientes, minimização da incidência de atrasos de entrega do produto final por falta de material, minimização da necessidade de áreas destinadas ao armazenamento do material e dos eventuais desperdícios com materiais que tornam-se obsoletos.


1 O autor é consultor de empresas e professor universitário, coordenador de cursos de pós-graduação em Engenharia de Produção e do MBA em Lean Manufacturing e diretor da ESNT – Escola Superior de Negócios e Tecnologia

Contato: abastos@esnt.com.br  twitter: @ESNT_esnt 


Referências:
FIGUEIREDO, K. F. A logística enxuta. Revista tecnologística, São Paulo, V.12, n.131, p.59-63, out/2006.
SCHONBERGER, R. Técnicas industriais japonesas: nove lições ocultas sobre a simplicidade. 4ª ed. São Paulo: Pioneira, 1993.
TUBINO, D. F. Sistemas de produção: a produtividade no chão de fábrica. Porto Alegre: Bookman,1999.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

O TAMANHO DOS LOTES EM SISTEMAS PRODUTIVOS CONVENCIONAIS E A MENTALIDADE LEAN


O TAMANHO DOS LOTES EM SISTEMAS PRODUTIVOS CONVENCIONAIS E A MENTALIDADE LEAN: REVENDO OS LOTES ECONÔMICOS
Por: André Luís Almeida Bastos1

Nos últimos anos, as indústrias brasileiras têm se deparado com um novo paradigma de organização da produção, o qual confronta acentuadamente com o modelo tradicional que rege a gestão da maioria dos sistemas produtivos. Este novo paradigma, denominado lean manufacturing ou produção enxuta, baseia-se em conceitos já bastante conhecidos como: just in time, células de produção, polivalência, estoque zero, produção puxada, lote unitário, parcerias com fornecedores entre outros. Muitas indústrias ao redor do mundo têm agora, de fato, experimentado a aplicação destes conceitos em detrimento dos paradigmas tradicionais, especialmente caracterizadas por grandes volumes de estoques, filas, altos lead times, os quais contribuem acentuadamente para o baixo desempenho das atividades do sistema produtivo.
Na lógica tradicional baseada no princípio de ”empurrar a produção”, as operações são disparadas pela disponibilidade de material a processar. Assim, após a primeira operação, o lote é empurrado para a operação seguinte e o lote espera sua vez de encabeçar a fila de lotes a serem processados, conforme o nível de prioridade. Na lógica enxuta, a qual baseia-se no princípio de “puxar a produção”, uma operação só é disparada se o material por ela produzido é requerido pela operação subseqüente do processo, minimizando, dessa forma, o tempo de espera em filas e, conseqüentemente reduzindo o lead time de fabricação do lote e tempo de entrega ao cliente.
Uma premissa básica dos sistemas produtivos convencionais, associada ao tamanho dos lotes, consiste na fabricação de lotes maiores, os chamados lotes econômicos, de forma a obter uma economia de escala e minimização do custo unitário de fabricação. Um argumento comumente utilizado nas indústrias para justificar tal prática repousa na minimização da freqüência de setups, especialmente se os mesmos demandam grande soma de tempo para a realização. Assim a redução da freqüência de setups pela programação de lotes maiores no equipamento reduz o tempo improdutivo com máquinas paradas para trocas. Entretanto, observa-se que na prática, a fabricação de lotes ditos econômicos pode incorrer em um volume produzido superior ao volume necessário para atender aos pedidos – produção não nivelada à demanda do cliente, além de contribuir para a elevação dos níveis de estoques, maior tempo de processamento e conseqüentemente maiores filas, haja vista que uma tarefa individual aumentará o seu tempo de processamento proporcionalmente ao tamanho da fila de tarefas que está a sua frente.
A fabricação de lotes maiores acarreta também em minimização da flexibilidade. Este critério de desempenho, apontado por Tubino (2007) como um critério ganhador de pedido e tido como fundamental para aumento da competitividade, acaba sendo minimizado à medida que a utilização da capacidade produtiva instalada focada na fabricação de lotes maiores - típicos da produção em massa e com priorização para a minimização de setups nos equipamentos, diminui a capacidade de fabricação de itens variados e de mudanças de referências a curto prazo.
Portanto, conseqüências inconvenientes dos lotes maiores, sob o ponto de vista da mentalidade lean, consistem em: perda de flexibilidade, aumento do lead time de fabricação e entrega, incorrendo, portanto, em maior tempo de resposta ao cliente. Uma solução do ponto de vista lean consiste na minimização dos tamanhos dos lotes, o que por sua vez acarretará em menor lead time, aumento da velocidade de resposta, aumento da flexibilidade e conseqüentemente, melhor nível de atendimento de serviço ao cliente.
É óbvio que de acordo com o modelo tradicional, lotes reduzidos são responsáveis pelo aumento do número de setups, com conseqüente queda acentuada do volume de produção e aumento do custo unitário de fabricação e indicadores negativos de rendimento de máquina. Entretanto, o que a lógica enxuta prega é que grupos de trabalho compostos por funcionários devem concentrar esforços na minimização do tempo de setups, a partir da aplicação de uma técnica conhecida como Troca Rápida de Ferramentas - TRF, desenvolvida por Shingo ainda na década de setenta. A ação desta ferramenta é minimizar ao máximo o tempo de parada de máquinas para realização do setup e para tanto, busca-se fazer uma conversão do setup interno (atividades desenvolvidas enquanto a máquina está parada) em setup externo (atividades desenvolvidas quando a máquina está operando), além de propor a simplificação das atividades de setup interno que restarem ou mesmo a sua eliminação (SHINGO, 1983). Assim, vencida a barreira do tempo improdutivo de setups, passa a ser possível obter a redução do tamanho dos lotes.

1 O autor é consultor de empresas e professor universitário, coordenador de cursos de pós-graduação em Engenharia de Produção e do MBA em Lean Manufacturing e diretor da ESNT – Escola Superior de Negócios e Tecnologia

Contato: abastos@esnt.com.br  twitter: @ESNT_esnt 


Referências:
SHINGO, S. A Revolution in Manufacturing: The SMED System. Productivity Press, Cambridge, 1983.
TUBINO, D. F. Manual de planejamento e controle de produção: São Paulo, Ed. Atlas, 2007.

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

O PROBLEMA DOS ESTOQUES NOS SISTEMAS PRODUTIVOS CONVENCIONAIS E A MENTALIDADE LEAN


O PROBLEMA DOS ESTOQUES NOS SISTEMAS PRODUTIVOS CONVENCIONAIS E A MENTALIDADE LEAN: FOCO NA ELIMINAÇÃO DAS INEFICIÊNCIAS
Por: André Luís Almeida Bastos1

O lean manufacturing significa manufatura enxuta e consiste numa filosofia originada no Sistema Toyota de Produção e que tem sido aplicada em diversos tipos de sistemas produtivos, em todo o mundo, como uma estratégia operacional visando o incremento dos níveis de qualidade dos produtos, da produtividade e, conseqüente, da competitividade, por meio de criação de fluxos contínuos.  Para Womack e Jones (2004), os primeiros estudiosos do tema, o propósito da filosofia lean manufacturing consiste na eliminação de todo e qualquer desperdício, ou seja, tudo o que não agrega valor ao produto e que impede as melhorias incrementais de processo. Com a eliminaçao destes desperdícios, há uma melhoria no fluxo dos processos e no trabalho dos colaboradores, reduzindo, dessa forma, o lead time produtivo, e tornando a empresa mais flexível para atendimento do seu mercado.

Shigeo Shingo (8/01/1909 – 14/11/1990), um dos maiores gênios no campo de estudo da Engenharia de Produção, já apontava para os sete desperdícios mais comuns nas empresas: superprodução, defeitos de qualidade, processamento inapropriado, esperas, estoques desnecessários, transporte excessivo e movimentação desnecessária (SHINGO, 1996; OHNO, 1997). Entretanto, estes tipos de desperdícios podem ser eliminados ou minimizados se os conceitos lean forem adequadamente implementados dentro dos fluxos de valor porta-a-porta, dentro da fábrica.

Ao contrário da cadeia de suprimentos de sistemas produtivos convencionais, a qual pode contar com excesso de estoques e que, por conseqüência, convive com ineficiências escondidas, a idéia contida na mentalidade Lean consiste em maximizar o fluxo de valor, reduzir desperdícios e perdas, reduzir os tempos de entrega, reduzir estoques, dispor de maior flexibilidade e melhorar o nível de serviço ao cliente, sem impacto nos custos. Este pensamento é capaz de subsidiar um diferencial logístico para o incremento da competitividade, baseado em um serviço de qualidade, menor custo, a partir da flexibilidade e agilidade (BOWERSOX et al., 2002).

Tradicionalmente, a existência dos estoques nos sistemas produtivos convencionais está associada à necessidade de evitar descontinuidades no processo produtivo que sejam decorrentes de algumas ineficiências tais como:
a) problemas de qualidade ao longo do processo: neste caso, o estoque, denominado pulmão, impediria a interrupção de materiais nas etapas produtivas;
b) alterações no seqüenciamento de ordens de produção, bem como maximização do tamanho do lote, visando minimizar horas improdutivas com setups;
c) problemas no fornecimento de materiais, especialmente quando não se possui uma relação de parceria com fornecedores de forma a garantir pontualidade e qualidade dos itens entregues;
d) programação e fabricação de lotes maiores de forma a minimizar o custo unitário de fabricação.

Dessa forma, o principal argumento que embasa o pensamento lean consiste no fato de que o nível de estoque acaba por esconder as ineficiências do processo. O fato é que, no sistema produtivo tradicional, as ineficiências, como as citadas acima, são encobertas pelo nível de estoque e à medida que se reduz este nível, tais ineficiências são evidenciadas. Tal princípio, já amplamente discutido nas bibliografias, é utilizado pela lógica enxuta de forma a minimizar os estoques, a partir de uma atuação para eliminação das causas dos problemas que estão visíveis e que, dessa forma, são alvos de ações no sentido de eliminá-las.

Há que se ressaltar dois aspectos típicos do pensamento lean na aplicação deste princípio: o primeiro é que as pessoas diretamente envolvidas com os problemas nas empresas são convidadas a atuarem nos grupos de trabalho, através dos Kaizens, utilizando-se, em geral, das técnicas de solução de problemas conhecidas como MASP – Metodologia de Análise e Solução de Problemas. Neste caso, percebe-se um maior envolvimento e motivação das pessoas, características do ambiente da Qualidade Total, onde se utiliza o potencial intelectual dos funcionários, eventualmente subestimado no sistema produtivo convencional. O segundo aspecto é que os problemas devem ser tratados de forma sistemática para que se obtenha efetividade nos efeitos das ações sobre as verdadeiras causas e assim, ao eliminar ou minimizar as causas dos problemas, pode-se minimizar ainda mais o nível dos estoques, quando então novos problemas antes encobertos, são evidenciados, o que caracteriza o princípio da Melhoria Contínua.

Em suma, os estoques são artifícios utilizados para impedir as descontinuidades nos sistemas produtivos convencionais. Tais descontinuidades são causadas por uma diversidade de ineficiências que tais empresas acabam convivendo. Entretanto, a mentalidade Lean visa atuar de forma sistemática nas causas geradoras de tais ineficiências, visando a manutenção de um fluxo contínuo, sem as inconveniências dos elevados níveis de estoque.

1 O autor é consultor de empresas e professor universitário, coordenador de cursos de pós-graduação em Engenharia de Produção e do MBA em Lean Manufacturing e diretor da ESNT – Escola Superior de Negócios e Tecnologia

Contato: abastos@esnt.com.br  twitter: @ESNT_esnt 



Referências:
BOWERSOX, D. J; CLOSS, D. J.; COOPER, M. B. Supply chain logistics management. New York. McGraw-Hill/Irwin. 2002.
OHNO, T. O sistema toyota de produção além da produção em larga escala , Trad. Cristina Schumacher, Artes Médicas, Porto Alegre, 1997.
SHINGO, S. O sistema toyota de produção - do ponto de vista da engenharia de produção. Porto Alegre, Bookman, 1996.
WOMACK, J; JONES, D. A Mentalidade Enxuta nas Empresas: elimine o desperdício e crie riquezas. 5 ed. Rio de Janeiro: Campus, 2004.

terça-feira, 13 de dezembro de 2011

CIESP CONFIRMA EM SÃO JOAQUIM DA BARRA OFERTA DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

CIESP REGIONAL FRANCA CONFIRMA TURMA DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO PARA SÃO JOAQUIM DA BARRA
Além dos dois projetos de Cursos de MBA, com módulos apresentados para a oferta a partir de Novembro de 2011 no CIESP Franca o Programa Educacional da ESNT, para o associado CIESP contempla a oferta para Franca e demais cidades da Regional do programa de Curso de Pós-Graduação ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO.

Ofertado pela Escola Superior de Negócios e Tecnologia - ESNT em convênio local e com apoio do CIESP em Franca, o Curso de pós-graduação ESPECIALIZAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, está aberto com oferta específica sob demanda para os associados CIESP e empresas conveniadas interessadas já desde o mês de novembro, concomitantemente com a oferta dos demais cursos MBA do Programa.
As inscrições e a matrícula no curso também já pode ser realizada no CIESP, junto à Secretaria e informações ou dúvidas poderão ser esclarecidas com o Prof Roberto Balbino e sua equipe, no CIESP Franca.


Aos seus Associados o CIESP traz descontos especiais oferecidos pela ESNT, o que reduz o preço das mensalidades para valores menores dos preços em geral, pagos por outros alunos e praticados em outros cursos compatíveis no estado de SP.


Confira! Grade dos Módulos, Disciplinas e Docentes, Mestres e Doutores,  confirmados para a Turma em São Joaquim da Barra.


ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Turma CIESP Franca


Disciplina


Gerenciamento de Processos
Prof  André Luis Almeida Bastos
Doutorando FURB |UNIFEBE SC
Gerência de Produção
Prof Jorge Freire Leal
Mestre FURB |UNIFEBE SC
Logística e Supply Chain
Prof Leomar dos Santos
Doutor FURB |SOCIESC - SC
Qualidade de Produtos e Processos
Prof Gerson Tontini
Doutor FURB SC
Princípios de Produção Enxuta |Lean Manufacturing 
Marcelo Larsen
Especialista  FURB |SOCIESC SC
Engenharia Econômica
Dagoberto Stein de Quadros
Doutor  FURB SC
Gestão de Projetos Industriais
Marcio Elias Gonçalves
Mestre  FURB SC
Gestão de Pessoas
Silvana Anita Walter
Doutora  FURB SC
Sistemas de Apoio a Decisao em PPCP
Rion Correa
Mestre  FURB SC
Estratégias de Manufatura 
Udo Schoreder
Mestre  FURB - SC
Tratamento da Informação em Projetos de Melhorias
Carina Henkels
Mestre  FURB |SENAC - SC
Projeto de Sistemas Produtivos
André Luis Almeida Bastos
Doutorando FURB |UNIFEBE -SC



Informações sobre o Curso

O curso de pós-graduação Especialização em Engenharia de Produção tem por objetivo atuar como elemento enriquecedor das competências técnico-científicas dos profissionais graduados em diversas áreas de conhecimento como Economistas, Engenheiros, Administradores, Tecnólogos, entre outros profissionais dos setores, que atuam direta e indiretamente em áreas relacionadas aos sistemas produtivos, subsidiando-lhes com as ferramentas práticas de Engenharia de Produção, as quais visam permitir o incremento da competitividade organizacional.

Tem por seu publico-alvo de interesse os profissionais com formação de ensino superior completo com funções de Dirigentes de Empresas, Gerentes, Supervisores, Líderes e agentes de mudança para os quais é fundamental alcançar desempenhos diferenciados nos sistemas produtivos através da aplicação de ferramentas práticas que lhes possibilitem a otimização de processos de fabricação de bens e de prestação de serviços.

Da duração
O Programa contempla cursos formatados em 15 módulos a serem cursados por exigência da certificação de pós-graduação em ESPECIALIZAÇÃO em ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, e estes deverão ser ofertados no período de 18 meses subsequentes, com aulas quinzenais; exceto aos finais de semana de feriados e de acordo com os calendários de datas locais e do ano letivo no calendário acadêmico.

A programação de datas dos módulos e calendário completo do curso é apresentado aos alunos no início das aulas ou já na efetivação da matrícula.

Inicio previsto: 1° semestre -  março de 2012.
Período para inscrições no processo seletivo de alunos aberto e online. Inscreva-se!

Você já pode reservar a sua vaga e inscrever-se para o processo seletivo. As vagas são limitadas !

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

CIESP Franca e ESNT implantam cursos de Pós Graduação...

CIESP Franca e ESNT implantam cursos de Pós Graduação em Engenharia de Produção e Lean Manufacturing

Uma parceria entre a Menorá Educacional (Ribeirão Preto) e a Escola Superior de Negócios e Tecnologia (ESNT - Blumenau SC) tornou possível a implantação dos cursos de pós-graduação em Engenharia de Produção e Lean Manufacturing, bem como do MBA em Gestão do Design de Moda e Acessórios. As inscrições estão abertas e são ofertadas 35 vagas para profissionais de nível superior que trabalhem em áreas direta ou indiretamente relacionadas ao objeto de estudo nos sistemas produtivos.
As aulas serão realizadas quinzenalmente na sede do CIESP Franca, onde também se efetivarão as inscrições e o processo seletivo.

EXPECTATIVAS QUANTO AOS OBJETIVOS E DIFERENCIAIS DOS PROGRAMAS

Segundo o Prof Dr. André Luís Almeida Bastos, coordenador das turmas e Consultor da ESNT, “o grande diferencial do projeto é a proposta de um curso dinâmico, com a participação efetiva dos alunos nos módulos, bem como em workshops e discussões de soluções de situações cotidianas enfrentadas por suas respectivas equipes nas empresas locais, permitindo o melhor aproveitamento do conteúdo programático do curso”.

O objetivo dos cursos é capacitar profissionais que atuem nas diversas atividades relacionadas à fabricação, produção, de bens e processos de serviços, visando dotá-los de ferramentas, que buscam o incremento da competitividade organizacional, ao longo das 360 horas e dos módulos específicos das disciplinas de cada curso.

O curso também poderá servir como ferramenta de atualização profissional e reciclagem para os profissionais pós-graduados interessados nos temas pertinentes a cada módulo de disciplinas, sendo devidamente certificados com sua carga-horária cursada e validados dentro das Normas e Portaria do MEC reguladoras do curso.

O aluno inscrito disporá de um curso com reconhecimento legal, segundo as Resoluções e Normas do Conselho Federal de Educação. O know-how adquirido pela docência e coordenação acadêmica dos cursos, e o elevado índice de satisfação dos alunos das turmas já realizadas destes programas de cursos, somadas mais de 15 Turmas concluídas com êxito, nos últimos anos junto à Universidade de Blumenau do Estado de SC, no Vale do Itajaí, em Blumenau, Joinville e Florianópolis, conferem a credibilidade dos mesmos junto ao mercado profissional e de formação das industrias brasileiras.

As expectativas de Roberto Balbino, coordenador regional do CIESP, em relação às turmas são as de “fornecer condições aos profissionais da região para fazerem frente aos desafios que países como a China oferecem às nossas indústrias”.

Para obter mais informações sobre o processo seletivo, inscrições e conteúdo programático, clique aqui

Confira as postagens anteriores.

Fonte:
Texto extraído do Blog: ciespfranca.blogspot.com
                                                      

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

PROGRAMA MBA em LEAN MANUFACTURING


Buscando atuar como elemento enriquecedor das competências técnico-científicas dos profissionais e munir das ferramentas adequadas os dirigentes, gestores e empresários, gerentes, supervisores e agentes de mudança para os quais é fundamental alcançar desempenhos diferenciados nos sistemas produtivos através da aplicação de ferramentas de Lean Manufacturing, a ESNT apresenta este Programa de Curso a ser ofertado no CIESP Franca - SP.

Apresentamos a seguir os Módulos - Disciplinas e Docentes já programados para a Turma CIESP Franca, que já tem as inscrições abertas para as 35 vagas ofertadas.
O Curso para a certificação MBA tem a duração de 18 meses consecutivos com aulas quinzenais em Módulos divididos por conhecimentos específicos a serem ministrados por profissionais Especialistas, Professores Mestres e Doutores em grandes e respeitadas Universidades Brasileiras.


Você já pode fazer a sua inscrição!


MBA EM LEAN MANUFACTURING
Turma CIESP Franca




Gerenciamento de Processos
Prof André Luis Almeida Bastos
Doutorando FURB | UNIFEBE  SC
Qualidade de Produtos e Processos
 Prof  Gerson Tontini
Doutor   FURB  SC
Engenharia Econômica
Prof  Dagoberto Stein de Quadros
Doutor  FURB  SC
Estratégias de Manufatura
Prof  Udo Schoreder
Mestre  FURB  SC
Gerencia de Produção
Prof Jorge Freire Leal
Mestre  FURB  | UNIFEBE  SC
Simulação em Sistemas de Manufatura Lean
 Prof  Rion Correa
Mestre  FURB  SC
Mapeamento de Fluxo de Valor e Kaizen
Prof  Marcelo Larsen
Especialista FURB | SOCIESC  SC
Trabalho Padronizado
Prof  Marcelo Larsen
Especialista FURB | SOCIESC  SC
Projeto de Célula
Prof Elvio de Lima
Especialista FURB | SOCIESC  SC
Troca Rápida de Ferramentas | Setup rápido | TPM
Prof Éverton Breitenbach
Mestre  FURB  SC
Sistemas Puxados
Prof Éverton Breitenbach

Mestre  FURB  SC
Projeto de Sistemas Produtivos Lean
Prof André Luis Almeida Bastos
Doutorando FURB | UNIFEBE  SC



Lembramos que para maiores informações sobre o programa e inscrições os profissionais e candidatos interessados devem procurar o escritório regional CIESP Franca.